Trechos do Sumário Executivo do Projeto do PCPR (Projeto de Combate à Pobreza Rural do Estado de Minas Gerais) descrito no post “Trabalhos Antropológicos, Etnográficos, Sociológicos e Geográficos”

Explicações sobre o projeto que utilizou os estudos multidisciplinares descritos no post “Trabalhos Antropológicos, Etnográficos, Sociológicos e Geográficos”, trecho de relatório ligado a trabalho vinculado ao governo e informações sobre índios em Minas Gerais

“O objetivo do Plano de Participação das Populações Indígenas é contribuir para aprofundar ao processo de inclusão social das comunidades indígenas, respeitando sua identidade cultural, no Projeto de Combate à Pobreza Rural (PCPR/MG 2ª. Fase). Sua elaboração responde à Política Operacional 4.10 do Banco Mundial e foi completada após a realização de um seminário de consulta pública que reuniu 22 lideranças indígenas das etnias Aranã, Maxakali, Pankararu, Pataxó e Xakriabá em que se acordaram os princípios gerais a serem seguidos na estratégia para promoção da participação das populações indígenas no projeto”. “A população indígena de Minas Gerais é formada basicamente por seis etnias indígenas: Xakriabá, Krenak, Maxacali, Pataxó, Pankararu e Aranã. A valorização dos povos indígenas dentro das ações do PCPR/MG permitirá que estas comunidades se mobilizem e priorizem de forma participativa suas demandas, em prol do bem-estar coletivo. Espera-se que a execução de subprojetos comunitários do PCPR/MG em áreas indígenas contribuam para: minimizar as deficiências dos serviços básicos de saneamento e abastecimento d’água, melhorar as condições gerais de saúde e a qualidade de vida das populações indígenas; aumentar e diversificar a capacidade produtiva, sua produção agrícola e artesanal, contribuindo para garantir sua segurança alimentar e reduzir sua vulnerabilidade social; reduzir o impacto negativo sobre o meio ambiente das atividades econômicas de exploração dos recursos vegetais e hídricos que constituem a principal alternativa de geração de renda disponível nas terras indígenas; potencializar o impacto de diversas intervenções públicas, por meio da integração em nível local e da busca da complementaridade de seus investimentos (especialmente a das ações e políticas públicas coordenadas e geridas pelo IDENE); ampliar os canais de diálogo e entendimento entre as populações indígenas e a sociedade regional; e aumentar seu capital social”.

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