Trechos da apresentação do projeto do PCPR (Projeto de Combate à Pobreza Rural do Estado de Minas Gerais) descrito no post “Trabalhos Antropológicos, Etnográficos, Sociológicos e Geográficos”

Explicações sobre o projeto que utilizou os estudos multidisciplinares descritos no post Trabalhos Antropológicos, Etnográficos, Sociológicos e Geográficos, trecho de relatório ligado a trabalho vinculado ao governo e informações sobre índios em Minas Gerais

“ O documento ora apresentado, Plano de Participação das Populações Indígenas – PPPI visa compreender o universo das comunidades indígenas que pertencem à área de atuação do Projeto de Combate à Pobreza Rural de Minas Gerais – PCPR, dentro de um contexto histórico, socioeconômico, cultural, político ambiental, como também se constitui em um instrumento de apoio, promovendo o desenvolvimento sustentável destes grupos socialmente excluídos para o exercício da cidadania. O objetivo do PPPI é contribuir no processo de inclusão social das comunidades indígenas, respeitando sua identidade cultural. A proposta do PCPR/MG é, portanto, ampliar o apoio às comunidades indígenas, por meio de uma ação articulada com os demais programas e projetos que vêm sendo desenvolvidos por organizações governamentais e não governamentais. Ao desenvolver a estratégia de participação dessas populações, é necessário atentar para o arcabouço jurídico e institucional e considerar experiências anteriores de projetos já implantados nessas comunidades.”

Outros trechos do mesmo projeto

“A população indígena de Minas Gerais é formada basicamente por seis etnias indígenas: Xakriabá, Krenak, Maxacali, Pataxó, Pankararu e Aranã. Esses grupos, que ainda sobrevivem em algumas reservas, continuam a praticar seus cultos e atividades tradicionais, ainda preservam usos e costumes, apresentam-se em um nível de pobreza elevado e com altos índices de doenças, em precárias condições habitacionais, sofrem muita pressão de fazendeiros e recebem pouca assistência dos governos e da sociedade”. “Desde os primeiros encontros com o europeu, o indígena foi submetido à catequese, indispensável à sua “salvação”. O objetivo era a assimilação da língua e costumes do colonizador e, nesse processo, perderam-se tradições consideradas inferiores ou “imorais”. Foram apenas reconhecidos como os primeiros naturais senhores da terra, hoje território denominado Brasil, na constituição de 1988, porém, até os dias atuais várias etnias passam por várias dificuldades, inclusive a de reconhecimento. A legislação indigenista brasileira é uma das melhores do mundo. Falta concretiza-la, sair da teoria”.

“O caminho parece ser o entendimento do “outro”.

Precisamos aprender a ver o outro com seus costumes e tradições, respeitando-o em seu espaço físico e cultural. E é preciso não apenas ver, mas reparar, pois, esse é um nível superior de percepção.” (José Saramago)

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